São
as ideias primordiais, conforme afirmava Platão. O que ele quis dizer com isso
que são as primeiras energias ou emanações presentes antes da manifestação
física de algo. O Ideal. O Modelo. O Ser Perfeito.
Como
tudo no Universo, os Arquétipos também têm um fundamento atômico. Eles realmente
existem, fisicamente falando. Pertencem a outra dimensão da realidade.
Antes
de qualquer coisa surgir no nosso Universo, ela deverá ter um projeto
arquetípico.
Arquétipos
são energias vivas, conscientes, que se expressam no nosso mundo. São símbolo
que provocam sentimentos quando os vemos, ouvimos ou percebemos, não importa se
de forma consciente ou inconsciente.
Existem
inúmeras definições para os Arquétipos e cada uma delas mostra um aspecto da
verdade. Podem ser formas, sons, gestos, símbolos, comportamentos, atitudes,
situações, odores, toques, personalidades, etc. A forma mais fácil de entende-los
é observando o resultado que produzem.
Por
exemplo, é possível realizar testes sobre a química e o funcionamento cerebral
de uma pessoa antes e depois de ser estimulada por Arquétipos. Com certeza os
testes mostrarão os efeitos daquele arquétipo sobre os neurotransmissores e
ativação de áreas cerebrais específicas.
Uma
das principais características dos Arquétipos é a de induzirem os seres vivos a
sentirem emoções.
Antonio
Damásio, no seu livro O Erro de Descartes, deixa bem claro que os homens estão
programados para reagirem a determinados estímulos, que são processados pelo
sistema límbico. É o que se chama de emoção primária. Esta é uma forma de falar
de Arquétipos em termos de neurologia.
Toda
a gama de emoções pode ser induzida, usando-se o Arquétipo correto. Seus resultados
para os seres humanos poderão ser positivos ou negativos, fortes ou fracos.
É
claro que cada pessoa avalia o que é positivo ou negativo dependendo dos seus
interesses, o que não impede que exista objetivamente algo que se possa
classificar como positivo ou negativo.
Resultados
positivos são os efeitos que demonstram crescimento, prosperidade, realização,
saúde, alegria, amor, etc. Resultados negativos são: depressão, pobreza,
doença, suicídio, vício, morte, miséria, desemprego, separação, etc.
Referência:
COUTO,
Hélio. Mentes In-formadas: ondas de
in-formação, transferência de consciências e outras infinitas possibilidades.
São Paulo: Linear B Editora, 2015, p. 279-280.

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