Paradigma
Nossas crenças mais fundamentais são construídas com as
informações transmitidas pelos pais ou educadores durante os anos de formação
da personalidade, particularmente nos primeiros sete anos de vida.
Por sua vez, os conteúdos a nós transmitidos não passam de
interpretações da verdade aceitas por aqueles que nos educaram. São suas
próprias crenças, boas ou não, que nos são incutidas numa fase da vida em que
estamos totalmente vulneráveis à influência das autoridades.
Isso é bem expresso no axioma da Programação Neurolinguística que
diz: “O mapa não é o território”. Isto é, um mapa nada mais é do que a
representação de um território. Da mesma forma, nossas crenças são apenas
interpretações da realidade.
Parte das crenças nasce, também, do aprendizado resultante das
experiências que tivemos no decorrer da vida, além da influência que sofremos
diariamente dos meios de comunicação, instituições de ensino, científicas e
religiosas.
As crenças agem como verdadeiros filtros e determinam a forma como
captamos os estímulos sensoriais que nos chegam e, logo, como percebemos o
mundo. Da mesma forma, norteiam nossos pensamentos e sentimentos que são as
bases de nossas ações e comportamentos. E nossas ações e comportamentos, em
última instância, determinam os resultados que obtemos em tudo o que fazemos na
vida.
Algumas
crenças limitam muito a expressão do potencial humano; podem abortar a
manifestação dos talentos e solapar o desenvolvimento pessoal, sem que o
indivíduo se aperceba disso, como um inimigo oculto e sorrateiro.
Referência
COUTO,
Hélio. O manual de instruções da
Ressonância Harmônica. São Paulo: Linear B Editora, 2015, p.69-70.

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