quinta-feira, 9 de abril de 2020

Revolucionário Quântico: Paradigma




Paradigma

Nossas crenças mais fundamentais são construídas com as informações transmitidas pelos pais ou educadores durante os anos de formação da personalidade, particularmente nos primeiros sete anos de vida.
Por sua vez, os conteúdos a nós transmitidos não passam de interpretações da verdade aceitas por aqueles que nos educaram. São suas próprias crenças, boas ou não, que nos são incutidas numa fase da vida em que estamos totalmente vulneráveis à influência das autoridades.
Isso é bem expresso no axioma da Programação Neurolinguística que diz: “O mapa não é o território”. Isto é, um mapa nada mais é do que a representação de um território. Da mesma forma, nossas crenças são apenas interpretações da realidade.
Parte das crenças nasce, também, do aprendizado resultante das experiências que tivemos no decorrer da vida, além da influência que sofremos diariamente dos meios de comunicação, instituições de ensino, científicas e religiosas.
As crenças agem como verdadeiros filtros e determinam a forma como captamos os estímulos sensoriais que nos chegam e, logo, como percebemos o mundo. Da mesma forma, norteiam nossos pensamentos e sentimentos que são as bases de nossas ações e comportamentos. E nossas ações e comportamentos, em última instância, determinam os resultados que obtemos em tudo o que fazemos na vida.
Algumas crenças limitam muito a expressão do potencial humano; podem abortar a manifestação dos talentos e solapar o desenvolvimento pessoal, sem que o indivíduo se aperceba disso, como um inimigo oculto e sorrateiro.

Referência
COUTO, Hélio. O manual de instruções da Ressonância Harmônica. São Paulo: Linear B Editora, 2015, p.69-70.

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