São
aqueles que inibem a produção dos neurotransmissores que são a sensação de
poder e felicidade. Induzem doença, depressão, melancolia, tristeza, depressão
do sistema imunológico, pobreza, desemprego, suicídio, morte, separação,
autossabotagem, etc. Alguns exemplos de utilização negativa e/ ou fraca:
Crânios,
osso, monstros, morte, bandeiras de piratas, fantasmas,
etc. São extremamente negativos, induzindo aos comportamento autodestrutivo. Péssimo
em relação ao nível de endorfinas. São os Arquétipos mais poderosos do lado
negativo.
Deve-se
dar atenção também aos seus correlatos, tais como: terremotos, maremotos,
sequestros, assassinatos, conflitos, guerras, crimes passionais, sensacionalismo,
desastres, enfim, tudo o que estiver relacionado com morte e destruição.
Provocará o conformismo, passividade, negativismo, impedindo o pensamento
analítico.
Elefante:
burro de carga, peso excessivo, falta de agilidade e depressão.
Formiga:
trabalha demais, sem individualidade, presa fácil.
Galinha:
procria sem cessar, presa fácil.
Macaco:
fraco por imitar, falar demais, roubo, agitação.
Papagaio
e suas variações: muito fraco, imitador, fala muito,
presa fácil.
Pato:
símbolo extremamente fraco, usado como referência de fraqueza, falar muito, ser
passado para trás facilmente, otário, etc.
Pinguim:
excessiva lentidão, presa fácil, uma fria.
Ratos:
inquietação, doença, demônio, mal, ladrão, sempre foram considerados entre os
piores símbolos possíveis, baixíssima autoestima, desonestidade, provoca
desconforto assim que é visto, etc.
Sapo:
bruxaria, alucinação, volúpia, avareza, fecundidade, pântano.
Tartaruga:
excessiva lentidão, não produz, demora, devagar quase parando.
Vaca:
animal de corte, puxar arado, burro de carga, sacrifício.
Referência:
COUTO,
Hélio. Mentes In-formadas: ondas de
in-formação, transferência de consciências e outras infinitas possibilidades.
São Paulo: Linear B Editora, 2015, p. 282-283.

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