domingo, 26 de abril de 2020

Revolucionário Quântico: ARQUÉTIPOS NEGATIVOS OU FRACOS




São aqueles que inibem a produção dos neurotransmissores que são a sensação de poder e felicidade. Induzem doença, depressão, melancolia, tristeza, depressão do sistema imunológico, pobreza, desemprego, suicídio, morte, separação, autossabotagem, etc. Alguns exemplos de utilização negativa e/ ou fraca:
Crânios, osso, monstros, morte, bandeiras de piratas, fantasmas, etc. São extremamente negativos, induzindo aos comportamento autodestrutivo. Péssimo em relação ao nível de endorfinas. São os Arquétipos mais poderosos do lado negativo.
Deve-se dar atenção também aos seus correlatos, tais como: terremotos, maremotos, sequestros, assassinatos, conflitos, guerras, crimes passionais, sensacionalismo, desastres, enfim, tudo o que estiver relacionado com morte e destruição. Provocará o conformismo, passividade, negativismo, impedindo o pensamento analítico.
Elefante: burro de carga, peso excessivo, falta de agilidade e depressão.
Formiga: trabalha demais, sem individualidade, presa fácil.
Galinha: procria sem cessar, presa fácil.
Macaco: fraco por imitar, falar demais, roubo, agitação.
Papagaio e suas variações: muito fraco, imitador, fala muito, presa fácil.
Pato: símbolo extremamente fraco, usado como referência de fraqueza, falar muito, ser passado para trás facilmente, otário, etc.
Pinguim: excessiva lentidão, presa fácil, uma fria.
Ratos: inquietação, doença, demônio, mal, ladrão, sempre foram considerados entre os piores símbolos possíveis, baixíssima autoestima, desonestidade, provoca desconforto assim que é visto, etc.
Sapo: bruxaria, alucinação, volúpia, avareza, fecundidade, pântano.
Tartaruga: excessiva lentidão, não produz, demora, devagar quase parando.
Vaca: animal de corte, puxar arado, burro de carga, sacrifício.

Referência:
COUTO, Hélio. Mentes In-formadas: ondas de in-formação, transferência de consciências e outras infinitas possibilidades. São Paulo: Linear B Editora, 2015, p. 282-283.

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